Dia 1 de fevereiro - SANTA BRÍGIDA de Kildare
Filha de um chefe irlandês , Brígida nasceu em 451 ou 452, na Irlanda.
Desde muito jovem que Brígida respondeu ao chamamento do Senhor para a vida religiosa.
Aos vinte anos fundou o primeiro convento feminino na "ilha dos santos", em Kildare, na Irlanda. Foi freira, abadessa e fundou mais conventos.
No centro da espiritualidade desta localidade, está um constante apelo à misericórdia divina e à caridade para com os pobres. Santa Brígida aparece, normalmente, representada na companhia de uma vaca (ela que é a padroeira dos leiteiros), fonte do precioso alimento que, num prático sentido de mulher, encontrara meio de saciar a fome a muitos pobres que batiam à porta do convento. Quando era jovem, a mãe deu-lhe dinheiro para comprar manteiga. Em vez disso, no caminho, ela deu o dinheiro a um pobre. Noutra ocasião, já mais velha, Santa Brígida deu água a um pobre e esta transformou-se em leite.
Morreu a 1 de fevereiro de 525.
Padroeira da Irlanda e dos leiteiros
Oração de Santa Brígida, pelos que sofrem:
Ó Jesus, que sois em todas as coisas começo e fim, vida e virtude, lembrai-Vos de que por nós fostes mergulhado num abismo de dores, da planta dos pés até ao alto da cabeça. Em consideração da extensão das Vossas Chagas, ensinai-me a guardar os Vossos Mandamentos, mediante uma sincera caridade, mandamentos estes que são caminho espaçoso e agradável para aqueles que Vos amam. Assim seja!
Pai Nosso e Avé Maria
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Dia 31 de janeiro - SÃO JOÃO BOSCO
"Se fizermos o bem, encontraremos o bem nesta vida e na outra."
"O demónio tem medo de pessoas alegres."
"Procura fazer-te amar, mais do que fazer-te temer."
"Ganhai o coração dos jovens por meio do amor."
Oração:
Ó Pai e mestre da juventude, São João Bosco, que tanto trabalhastes pela salvação das almas, sede nosso guia para encontrar o bem da nossa salvação e da do próximo. Ajudai-nos a vencer as paixões e o respeito humanos, ensinai-nos a amar Jesus Sacramentado, a Maria Santíssima Auxiliadora e ao Papa, e pedi a Deus para nós uma santa morte, para que possamos, um dia, acharmo-nos juntos no Céu.
Assim seja!
João Melquior Bosco, nasceu no dia 16 de agosto de 1815, perto de Castelnuovo, na diocese de Turim, em Itália. A família era de camponeses, humildes, que professavam a fé cristã.
Com apenas dois anos de idade, ficou órfão de pai. Foi criado pela mãe e pelos irmãos, recebeu uma boa formação humana e religiosa, mas foi só o básico, pois a família precisava da sua ajuda nas lides do campo. Sofreu muitas privações nos primeiros anos da sua existência.
Aos nove anos de idade, o menino teve um sonho que o marcaria para sempre. Nossa Senhora conduzia-o até de um grupo de rapazes desordeiros que costumavam maltratá-lo. E disse-lhe que não era com pancadas, mas sim com amor que se tratavam as pessoas, que se tornasse forte e robusto pois mais tarde compreenderia o que tinha de fazer. Este e outros sonhos proféticos fizeram parte da sua vida, mas só mais tarde se vieram a realizar.
Também sonhou tornar-se padre, esse sonho concretizou-se aos vinte e seis anos de idade.
Viveu na época da revolução industrial e aí encontrou muito com que trabalhar. Era um homem sensível, caridoso com os jovens, estava atento à realidade de tantos jovens que não tinham pão nem apoio espiritual. São João Bosco foi a luz que surgiu na vida de muita gente, ele não só lhes alimentou o corpo como tratou da sua educação religiosa e, ainda lhes proporcionou aprenderem uma profissão para terem um emprego e vida dignos.
Era grande devoto da Santíssima Virgem Auxiliadora, o que norteou sempre o seu trabalho e a sua oração. Para os jovens, ele foi um pai, um mestre, um modelo.
Fundou a Congregação dos Salesianos, dedicada à proteção de São Francisco de Sales. Criou o Oratório Dom Bosco, criou internatos-escola e escolas profissionais, para dar uma oportunidade àqueles que não a tinham tido. A sua obra estendeu-se até à América Latina.
Nunca esqueceu o seu sonho de menino e insistia que não era ele que fazia as coisas, mas sim Nossa Senhora.
Publicou as Leituras Católicas para o povo mais simples.
Morreu no dia 31 de janeiro de 1888.Foi beatificado em 1929 e canonizado por Pio XI em 1034.
Padroeiro dos alunos, dos jovens e também é um dos padroeiros da capital federal do Brasil, Brasília.
Pensamentos e frases de Dom Bosco:
"Reprovemos os erros, mas respeitemos as pessoas."
Com apenas dois anos de idade, ficou órfão de pai. Foi criado pela mãe e pelos irmãos, recebeu uma boa formação humana e religiosa, mas foi só o básico, pois a família precisava da sua ajuda nas lides do campo. Sofreu muitas privações nos primeiros anos da sua existência.
Aos nove anos de idade, o menino teve um sonho que o marcaria para sempre. Nossa Senhora conduzia-o até de um grupo de rapazes desordeiros que costumavam maltratá-lo. E disse-lhe que não era com pancadas, mas sim com amor que se tratavam as pessoas, que se tornasse forte e robusto pois mais tarde compreenderia o que tinha de fazer. Este e outros sonhos proféticos fizeram parte da sua vida, mas só mais tarde se vieram a realizar.
Também sonhou tornar-se padre, esse sonho concretizou-se aos vinte e seis anos de idade.
Viveu na época da revolução industrial e aí encontrou muito com que trabalhar. Era um homem sensível, caridoso com os jovens, estava atento à realidade de tantos jovens que não tinham pão nem apoio espiritual. São João Bosco foi a luz que surgiu na vida de muita gente, ele não só lhes alimentou o corpo como tratou da sua educação religiosa e, ainda lhes proporcionou aprenderem uma profissão para terem um emprego e vida dignos.
Era grande devoto da Santíssima Virgem Auxiliadora, o que norteou sempre o seu trabalho e a sua oração. Para os jovens, ele foi um pai, um mestre, um modelo.
Fundou a Congregação dos Salesianos, dedicada à proteção de São Francisco de Sales. Criou o Oratório Dom Bosco, criou internatos-escola e escolas profissionais, para dar uma oportunidade àqueles que não a tinham tido. A sua obra estendeu-se até à América Latina.
Nunca esqueceu o seu sonho de menino e insistia que não era ele que fazia as coisas, mas sim Nossa Senhora.
Publicou as Leituras Católicas para o povo mais simples.
Morreu no dia 31 de janeiro de 1888.Foi beatificado em 1929 e canonizado por Pio XI em 1034.
Padroeiro dos alunos, dos jovens e também é um dos padroeiros da capital federal do Brasil, Brasília.
Pensamentos e frases de Dom Bosco:
"Reprovemos os erros, mas respeitemos as pessoas."
"Se fizermos o bem, encontraremos o bem nesta vida e na outra."
"O demónio tem medo de pessoas alegres."
"Procura fazer-te amar, mais do que fazer-te temer."
"Ganhai o coração dos jovens por meio do amor."
Oração:
Ó Pai e mestre da juventude, São João Bosco, que tanto trabalhastes pela salvação das almas, sede nosso guia para encontrar o bem da nossa salvação e da do próximo. Ajudai-nos a vencer as paixões e o respeito humanos, ensinai-nos a amar Jesus Sacramentado, a Maria Santíssima Auxiliadora e ao Papa, e pedi a Deus para nós uma santa morte, para que possamos, um dia, acharmo-nos juntos no Céu.
Assim seja!
sábado, 31 de janeiro de 2015
REZAR & MEDITAR
SALMO 111
Hino às Obras de Deus


Aleluia!
Louvarei o SENHOR de
todo o coração,
no conselho dos
justos e na assembleia.
Grandes são as obras
do SENHOR,
Dignas de meditação
para quem as ama.
As suas obras têm
majestade e esplendor;
a sua justiça
permanece para sempre.
Deixou-nos um
memorial das suas maravilhas.
O SENHOR é bondoso e
compassivo;
Dá sustento aos que o
temem
E jamais se esquece
da sua aliança.
Revelou ao seu povo o
poder das suas obras,
Dando-lhe a herança
das nações.
As obras das suas
mãos são retas e justas,
São imutáveis todos
os seus preceitos.
Foram estabelecidos
pelos séculos dos séculos
e baseiam-se na
verdade e na retidão.
Enviou a redenção ao
seu povo,
Firmou com ele uma
aliança para sempre;
santo e venerável é o
seu nome.
O temor do SENHOR é o
princípio da sabedoria;
são prudentes todos
os que o praticam.
O seu louvor
permanece eternamente.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Dia 30 de janeiro - SANTA MARTINHA
Martinha é oriunda de uma família da nobreza, o pai era um homem público que por três vezes tinha sido eleito cônsul de Roma. Era um homem muto rico e cristão. No início do século III, quando Martinha nasceu, o acontecimento foi muito divulgado, entre o povo e entre os cristãos, pois a menina foi logo batizada.
Foi educada primorosamente nos preceitos do Cristianismo, mas teve a infelicidade de perder os pais muito nova. Coma a morte do pai, a jovem recebeu a sua herança material e a espiritual. A primeira, dividiu-a com os necessitados, a segunda foi usada com a humildade e a disciplina, na sua rotina diária como diaconisa da Igreja da sua cidade.
No tempo do imperador romano Alexandro Severo, foi decretado que os cristãos deviam ser presos, julgados e, caso fossem condenados, seriam executados. Ficou surpreendido quando foi chamado a julgar o primeiro grupo de presos. Lá estava Martinha, ele tentou afastá-la dos outros cristãos e seria salva se fizesse sacrifícios a Apolo. Martinha não cedeu e exigiu ter o mesmo tratamento dos outros presos católicos.
Alexandre mandou açoitá-la. A sua devoção, a força com que rezou e a pureza da jovem, fez com que os carrascos e muitos outros fossem tocados pela fé. Fez o sinal da cruz e pediu ao Céu que iluminasse aquela gente. Ninguém teve coragem de executar a sentença.
O imperador ordenou então que fosse atirada às feras, mas os leões não a atacaram.
Foi condenada à fogueira, mas as chamas não a queimaram.
Martinha foi, então, decapitada. Ofereceu a cabeça ao algoz, submissa. Conta-se que, no exato momento em que foi decapitada, um tremor de terra muito forte abalou toda a cidade de Roma.
A história do seu testemunho espalhou-se a todas as regiões do império e atribui-se à santidade de Martinha tudo o que de extraordinário tinha acontecido, ocasionando muitas e muitas conversões.
Clandestinamente os cristãos apoderaram-se do corpo da santa e sepultaram-no com todas as honras.
As relíquias de Santa Martinha foram encontradas em 1634 e encontram-se hoje na Igreja do mesmo nome, a qual se ergue perto do arco do triunfo de Severo.
Padroeira dos romanos e da cidade de Roma.
Martinha é oriunda de uma família da nobreza, o pai era um homem público que por três vezes tinha sido eleito cônsul de Roma. Era um homem muto rico e cristão. No início do século III, quando Martinha nasceu, o acontecimento foi muito divulgado, entre o povo e entre os cristãos, pois a menina foi logo batizada.
Foi educada primorosamente nos preceitos do Cristianismo, mas teve a infelicidade de perder os pais muito nova. Coma a morte do pai, a jovem recebeu a sua herança material e a espiritual. A primeira, dividiu-a com os necessitados, a segunda foi usada com a humildade e a disciplina, na sua rotina diária como diaconisa da Igreja da sua cidade.
No tempo do imperador romano Alexandro Severo, foi decretado que os cristãos deviam ser presos, julgados e, caso fossem condenados, seriam executados. Ficou surpreendido quando foi chamado a julgar o primeiro grupo de presos. Lá estava Martinha, ele tentou afastá-la dos outros cristãos e seria salva se fizesse sacrifícios a Apolo. Martinha não cedeu e exigiu ter o mesmo tratamento dos outros presos católicos.
Alexandre mandou açoitá-la. A sua devoção, a força com que rezou e a pureza da jovem, fez com que os carrascos e muitos outros fossem tocados pela fé. Fez o sinal da cruz e pediu ao Céu que iluminasse aquela gente. Ninguém teve coragem de executar a sentença.
O imperador ordenou então que fosse atirada às feras, mas os leões não a atacaram.
Foi condenada à fogueira, mas as chamas não a queimaram.
Martinha foi, então, decapitada. Ofereceu a cabeça ao algoz, submissa. Conta-se que, no exato momento em que foi decapitada, um tremor de terra muito forte abalou toda a cidade de Roma.
A história do seu testemunho espalhou-se a todas as regiões do império e atribui-se à santidade de Martinha tudo o que de extraordinário tinha acontecido, ocasionando muitas e muitas conversões.
Clandestinamente os cristãos apoderaram-se do corpo da santa e sepultaram-no com todas as honras.
As relíquias de Santa Martinha foram encontradas em 1634 e encontram-se hoje na Igreja do mesmo nome, a qual se ergue perto do arco do triunfo de Severo.
Padroeira dos romanos e da cidade de Roma.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Dia 29 de janeiro - SÃO GILDAS
Gildas era filho de um fidalgo britânico. Nasceu em 494 e, na infância, o pai levou-o para o Mosteiro de Santo Iltutus, no condado de Glamorganshire.
Pouco depois de ter feito os votos monásticos, transferiu-se para a Irlanda, para aí receber lições de grandes mestres da vida religiosa.
Deve ter sido por volta do ano 527, que São Gildas navegou até à Armórica, ou Bretanha, na França, isto porque escreveu a sua diatribe dez anos depois de lá ter chegado, como se depreende da sua vida e dos seus escritos. Em França, escolheu para retiro, a pequena ilha de Houac, tão estéril que só produzia uma pequena quantidade de cereais. O santo prometeu a si próprio ali viver anónimo entre a população local. Mas, alguns dos pescadores descobriram-no, ficaram encantados com a sua conduta e conversação e divulgaram no continente o tesouro que tinham encontrado. Os habitantes vinham em enorme quantidade para escutar as lições de sabedoria divina dadas pelo santo. Finalmente, São Gildas consentiu em viver entre eles, e construiu um mosteiro em Rhuis.
Mas, suspirando por um isolamento mais íntimo, retirou-se e escolheu para habitação uma gruta num rochedo por cima da margem do rio Blavet, que converteu em capela.
Escreveu oito cânones sobre disciplina e uma diatribe violenta contra os crimes dos Bretões, denominada De Excidio Britanniae, com o propósito de confundir aqueles que não iria poder converter e que Deus entregou primeiro aos saques dos Pictos e Escoceses e, só posteriormente, aos pérfidos Saxões. Acusa os reis destes de crimes horríveis. Também escreveu uma dura crítica contra o clero britânico, que acusa de indolência e de raramente se sacrificar perante o altar, etc.
No seu retiro, nunca deixou de recomendar a Deus as almas dos que pecavam por cegueira.
Morreu no isolamento, supõe-se que em 570.
Ficou conhecido como São Gildas, o Sábio.
Padroeiro da cidade de Vannes.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
SÃO TOMÁS DE AQUINO - dia 28 de janeiro
No dia 28 de janeiro de 1225, nasceu Tomás de Aquino, em Roccasecca, Itália,. Era filho do conde de Aquino e estudou com os monges beneditinos desde os cinco anos de idade. Conta-se que, quando ouvia os monges cantar louvores a Deus, terá perguntado quem era Deus.
Desde muito cedo que deu provas da sua inteligência e grande capacidade de meditação e oração. A sua capacidade intelectual era tão notável que surpreendia mesmo os mestres.
Muito novo ainda, Tomás decidiu entrar para a vida religiosa, mas teve de enfrentar a oposição familiar, que até o mantiveram prisioneiro para que não fizesse os seus votos. Mas a sua obstinação foi mais forte e tiveram de ceder.
A vida que levou, caracteriza-se pela vontade de responder a todos sobre os Mistérios do Amor de Deus, e o seu trabalho como religioso levou-o a pesquisar, aprender, e aprofundar ainda mais os seus estudos, tornando-se doutor em Teologia e escrevendo importantes tratados que ainda hoje são objeto de estudo de filósofos e teólogos.
Morreu na cidade de Fossanova, em Itália, a 7 de março de 1274.
Frases conhecidas de São Tomás de Aquino:
"O primeiro degrau para a sabedoria é a humildade."
"Tenho medo do homem de um só livro."
"Para aqueles que têm fé, nenhuma explicação é necessária. Para aqueles que não têm fé, nenhuma explicação é possível."
Oração de São Tomás de Aquino ao Espírito Santo:
Ó Espírito Santo, Amor do Pai e do Filho, inspirai-me sempre o que devo pensar, o que devo dizer, o que devo calar, o que devo escrever, como devo agir, o que devo fazer, para obter a Vossa Glória, o bem das almas e a minha própria santificação.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. Ámen.
REZAR & MEDITAR
SALMO 1
Os dois caminhos
Feliz o homem que não
segue o conselho dos ímpios,
nem se detém no
caminho dos pecadores,
nem toma parte na
reunião dos libertinos;
antes põe o seu
enlevo na lei do SENHOR
e nela medita dia e
noite.
É como a árvore
plantada
à beira da água
corrente:
dá fruto na estação
própria
e a sua folhagem não
murcha;
em tudo o que faz é
bem sucedido.
Mas os ímpios não são
assim!
São como a palha que
o vento leva.
Por isso, os ímpios
não resistirão no julgamento,
nem os pecadores, na
assembleia dos justos.
O SENHOR conhece o
caminho dos justos,
mas o caminho dos
ímpios conduz à perdição.
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