Santos e Anjos e etc
terça-feira, 15 de setembro de 2026
domingo, 13 de setembro de 2026
BEATA MARIA DO DIVINO CORAÇÃO – dia 8 de junho
Maria do Divino Coração, cujo nome de nascimento era Maria Droste zu Vischering, nasceu em Münster, na Alemanha, no dia 8 de setembro de 1863. Pertencia a uma família nobre, profundamente católica e muito dedicada à Igreja. Desde criança recebeu uma educação cristã e desenvolveu uma especial devoção ao Sagrado Coração de Jesus.
Apesar de ter nascido numa família abastada, Maria sentia uma grande preocupação pelos pobres, pelos doentes e por todos aqueles que sofriam. Ainda jovem, procurava ajudar os mais necessitados e sentia crescer no seu coração o desejo de se consagrar inteiramente a Deus.
Em 1888, entrou na Congregação de Nossa Senhora da Caridade do Bom Pastor, em Münster, tomando o nome religioso de Irmã Maria do Divino Coração. Entregou-se com grande generosidade à oração, ao serviço e à educação das jovens, procurando transmitir-lhes o amor de Deus e ajudá-las a encontrar um caminho de esperança.
Mais tarde, foi enviada para Portugal. Chegou ao Porto em 1894 e foi nomeada superiora da Casa do Bom Pastor. Durante os anos que passou na cidade, dedicou-se especialmente às jovens pobres e abandonadas, procurando acolhê-las com carinho, educá-las e ajudá-las a reconstruir as suas vidas.
A sua vida foi marcada por uma profunda união com o Coração de Jesus. Maria do Divino Coração acreditava que o amor de Cristo devia ser conhecido por todos e que a humanidade precisava de se aproximar cada vez mais do Seu Coração misericordioso.
Foi durante a sua permanência no Porto que recebeu aquilo que considerou um pedido especial de Jesus: que transmitisse ao Papa Leão XIII o desejo de que o mundo fosse consagrado ao Sagrado Coração de Jesus. Com humildade e perseverança, escreveu ao Papa, confiando-lhe essa missão.
O Papa Leão XIII acolheu o pedido e, em 1899, consagrou solenemente o género humano ao Sagrado Coração de Jesus. A própria Beata Maria do Divino Coração já se encontrava gravemente doente e oferecia os seus sofrimentos pela realização dessa consagração. A Conferência Episcopal Portuguesa destaca precisamente esta missão como um dos acontecimentos centrais da sua vida espiritual.
Depois de vários anos de doença e sofrimento, Maria do Divino Coração morreu no Porto, no dia 8 de junho de 1899, com apenas 35 anos. A sua morte aconteceu precisamente no início do tríduo de preparação para a consagração do género humano ao Sagrado Coração de Jesus.
Foi beatificada pelo Papa Paulo VI no dia 1 de novembro de 1975. O seu corpo encontra-se na Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Ermesinde, junto à Casa das Irmãs do Bom Pastor, onde é venerada pelos fiéis.
A Beata Maria do Divino Coração deixou-nos um exemplo de amor profundo a Jesus, de dedicação aos pobres e às jovens e de confiança total na vontade de Deus. A sua vida recorda-nos que a verdadeira grandeza não está nos bens ou na posição social, mas na capacidade de amar, servir e entregar a vida a Deus.
Oração à Beata Maria do Divino Coração
Beata Maria do Divino Coração,
Amém.
Beata Maria do Divino Coração, rogai por nós!
Devoção:
Ao Sagrado Coração de Jesus, à oração, à reparação e ao serviço dos pobres e das jovens necessitadas.
Padroeira:
É especialmente venerada como padroeira da juventude da Diocese do Porto e como mensageira da consagração do género humano ao Sagrado Coração de Jesus.
SÃO VICENTE, MÁRTIR – dia 9 de junho
São Vicente foi um mártir cristão dos primeiros séculos da Igreja, venerado no dia 9 de junho. Viveu na região da Aquitânia, na antiga Gália, território que corresponde atualmente a parte do sudoeste de França.
Pouco se conhece da sua vida antes do martírio. O testemunho que chegou até nós está sobretudo relacionado com a sua fidelidade a Jesus Cristo e com a coragem com que enfrentou a perseguição aos cristãos.
Segundo o Martirológio Romano, São Vicente sofreu o martírio em Vernemet, no território de Agen, durante uma festa pagã dedicada ao sol. Nessa ocasião, recusou renunciar à sua fé cristã e permaneceu fiel a Cristo, mesmo sabendo que essa decisão poderia custar-lhe a vida.
A sua morte aconteceu provavelmente nos primeiros séculos do cristianismo, quando os seguidores de Jesus eram ainda perseguidos em várias regiões do Império Romano. São Vicente pertence, assim, à grande multidão de homens e mulheres que deram a vida pela sua fé.
O martírio foi, para ele, o último testemunho de uma vida entregue a Deus. Perante aqueles que lhe pediam que abandonasse a fé cristã, escolheu permanecer fiel. A sua coragem recorda-nos que a fé verdadeira não se resume às palavras, mas manifesta-se também nas escolhas que fazemos, sobretudo nos momentos de dificuldade.
São Vicente ensina-nos que seguir Cristo exige coragem e perseverança. Muitas vezes não somos chamados a dar a vida como os mártires dos primeiros séculos, mas somos convidados diariamente a dar testemunho da nossa fé através das nossas atitudes, da verdade, da caridade e do perdão.
A memória de São Vicente permaneceu viva na Igreja ao longo dos séculos. Embora os detalhes da sua existência sejam pouco conhecidos, o seu testemunho de fidelidade a Cristo continua a ser celebrado no dia 9 de junho.
A vida dos mártires recorda-nos que a Igreja foi construída também sobre o testemunho daqueles que permaneceram firmes na fé em tempos de perseguição. São Vicente é um desses exemplos de coragem, fidelidade e entrega total a Deus.
Peçamos-lhe que nos ajude a permanecer fiéis ao Evangelho, mesmo quando encontramos dificuldades, incompreensão ou oposição. Que o seu exemplo nos ensine a colocar Deus em primeiro lugar e a viver a nossa fé com coragem e esperança.
Oração a São Vicente, mártir
São Vicente,
Amém.
São Vicente, mártir, rogai por nós!
Devoção:
À fidelidade a Cristo, à coragem na fé e ao testemunho cristão, especialmente nos momentos de dificuldade e perseguição.
Padroeiro:
É venerado como mártir cristão de Vernemet, na região de Agen, em França.
sábado, 12 de setembro de 2026
SANTO ANTÓNIO MARIA GIANELLI – dia 7 de junho
António Maria Gianelli nasceu em Cereta, perto de Chiavari, na região da Ligúria, Itália, no dia 12 de abril de 1789. Filho de uma humilde família de camponeses, cresceu num ambiente simples, onde aprendeu desde cedo os valores da fé, da oração, do trabalho, do espírito de sacrifício e da caridade para com os outros.
Desde jovem demonstrou grande inteligência e gosto pelos estudos. A sua família tinha poucos recursos para lhe proporcionar uma formação, mas, graças à ajuda de uma senhora benfeitora, conseguiu prosseguir os estudos em Génova e ingressar no seminário. Ali destacou-se pela dedicação, pela piedade e pelo amor à Igreja.
Aos 23 anos, em 1812, foi ordenado sacerdote. Dedicou-se ao ensino, à formação dos seminaristas e à pregação, procurando sempre aproximar as pessoas de Deus. Também se preocupava profundamente com os pobres e com aqueles que sofriam, especialmente durante os períodos de fome e de grande dificuldade.
Em 1826 foi nomeado pároco de São João Batista, em Chiavari. Foi aí que desenvolveu uma intensa atividade pastoral. Criou instituições de assistência e educação e procurou dar especial atenção às meninas e jovens pobres, que muitas vezes não tinham acesso à educação nem encontravam apoio para construir um futuro digno.
Movido por esta preocupação, fundou, em 1829, a Congregação das Filhas de Maria Santíssima do Horto, destinadas à educação das jovens e ao serviço dos pobres, dos doentes e dos mais necessitados. A congregação cresceu e espalhou-se por vários lugares, continuando até hoje a missão de educação e caridade iniciada por São António Maria Gianelli.
António Maria Gianelli preocupou-se também muito com a formação e a santidade dos sacerdotes. Fundou uma congregação missionária para promover a pregação e a renovação da vida do clero e trabalhou incansavelmente para que os sacerdotes fossem verdadeiros pastores, próximos do povo e fiéis ao Evangelho.
Em 1838 foi nomeado bispo de Bobbio. Como bispo, continuou a sua vida de trabalho, oração e dedicação aos outros. Visitava as comunidades, preocupava-se com os pobres, reformou o seminário e procurou renovar a vida cristã da sua diocese. Para ele, a glória de Deus e a salvação das almas eram o grande objetivo de toda a sua vida.
O seu trabalho intenso e as muitas privações acabaram por enfraquecer a sua saúde. António Maria Gianelli morreu no dia 7 de junho de 1846, com apenas 57 anos. Foi beatificado pelo Papa Pio XI em 1925 e canonizado pelo Papa Pio XII no dia 21 de outubro de 1951. A Igreja celebra a sua memória litúrgica a 7 de junho.
São António Maria Gianelli deixou como exemplo uma vida inteiramente dedicada a Deus e ao próximo. A sua atenção aos pobres, a educação dos jovens, a formação dos sacerdotes e o serviço aos que mais necessitavam continuam a ser um testemunho de caridade cristã.
António Maria Gianelli nasceu em Cereta, perto de Chiavari, na região da Ligúria, Itália, no dia 12 de abril de 1789. Filho de uma humilde família de camponeses, cresceu num ambiente simples, onde aprendeu desde cedo os valores da fé, da oração, do trabalho, do espírito de sacrifício e da caridade para com os outros.
Desde jovem demonstrou grande inteligência e gosto pelos estudos. A sua família tinha poucos recursos para lhe proporcionar uma formação, mas, graças à ajuda de uma senhora benfeitora, conseguiu prosseguir os estudos em Génova e ingressar no seminário. Ali destacou-se pela dedicação, pela piedade e pelo amor à Igreja.
Aos 23 anos, em 1812, foi ordenado sacerdote. Dedicou-se ao ensino, à formação dos seminaristas e à pregação, procurando sempre aproximar as pessoas de Deus. Também se preocupava profundamente com os pobres e com aqueles que sofriam, especialmente durante os períodos de fome e de grande dificuldade.
Em 1826 foi nomeado pároco de São João Batista, em Chiavari. Foi aí que desenvolveu uma intensa atividade pastoral. Criou instituições de assistência e educação e procurou dar especial atenção às meninas e jovens pobres, que muitas vezes não tinham acesso à educação nem encontravam apoio para construir um futuro digno.
Movido por esta preocupação, fundou, em 1829, a Congregação das Filhas de Maria Santíssima do Horto, destinadas à educação das jovens e ao serviço dos pobres, dos doentes e dos mais necessitados. A congregação cresceu e espalhou-se por vários lugares, continuando até hoje a missão de educação e caridade iniciada por São António Maria Gianelli.
António Maria Gianelli preocupou-se também muito com a formação e a santidade dos sacerdotes. Fundou uma congregação missionária para promover a pregação e a renovação da vida do clero e trabalhou incansavelmente para que os sacerdotes fossem verdadeiros pastores, próximos do povo e fiéis ao Evangelho.
Em 1838 foi nomeado bispo de Bobbio. Como bispo, continuou a sua vida de trabalho, oração e dedicação aos outros. Visitava as comunidades, preocupava-se com os pobres, reformou o seminário e procurou renovar a vida cristã da sua diocese. Para ele, a glória de Deus e a salvação das almas eram o grande objetivo de toda a sua vida.
O seu trabalho intenso e as muitas privações acabaram por enfraquecer a sua saúde. António Maria Gianelli morreu no dia 7 de junho de 1846, com apenas 57 anos. Foi beatificado pelo Papa Pio XI em 1925 e canonizado pelo Papa Pio XII no dia 21 de outubro de 1951. A Igreja celebra a sua memória litúrgica a 7 de junho.
São António Maria Gianelli deixou como exemplo uma vida inteiramente dedicada a Deus e ao próximo. A sua atenção aos pobres, a educação dos jovens, a formação dos sacerdotes e o serviço aos que mais necessitavam continuam a ser um testemunho de caridade cristã.
Oração a Santo António Maria Gianelli
Santo António Maria Gianelli,
vós que dedicastes toda a vossa vidaà glória de Deus e à salvação das almas,ensinai-nos a viver com fé,esperança e caridade.Ajudai-nos a ter um coração atentoàs necessidades dos pobres,dos doentes e dos mais necessitados.Ensinai-nos a servir com humildade,a educar com amore a levar a Palavra de Deusa todos aqueles que encontramos.Intercedei por nós junto do Senhor,para que sejamos fiéis à nossa missãoe saibamos reconhecer Jesusem cada pessoa que precisa da nossa ajuda.Consegue-nos do Senhora graça de que tanto necessitamos(indicar o pedido).Por Cristo, nosso Senhor.
Amém.
Santo António Maria Gianelli, rogai por nós!
Santo António Maria Gianelli,
Por Cristo, nosso Senhor.
Amém.
Santo António Maria Gianelli, rogai por nós!
Devoção:
À caridade, à educação dos jovens, ao serviço dos pobres e à formação e santidade dos sacerdotes.
Padroeiro:
É especialmente venerado como fundador das Filhas de Maria Santíssima do Horto e como modelo de dedicação aos pobres, à educação e à salvação das almas.
Padroeiro:
É especialmente venerado como fundador das Filhas de Maria Santíssima do Horto e como modelo de dedicação aos pobres, à educação e à salvação das almas.
segunda-feira, 2 de setembro de 2024

Oração a São Marcelino de Champagnat
Devoção: à evangelização, principalmente voltada para as crianças e para o povo mais necessitado.
sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
sábado, 7 de outubro de 2017
Evangelho Segundo S. Marcos
LER & MEDITAR
APRESENTAÇÃO DO MESSIAS
O anúncio da chegada do Messias
E foi assim que João Baptista apareceu no deserto, a pregar um batismo de conversão para o perdão dos pecados. Toda a região da Judeia e todos os moradores de Jerusalém iam ao encontro de João. Confessavam os seus pecados e João batizava-os no rio Jordão.
João vestia-se com uma pele de camelo, usava um cinto de couro e comia gafanhotos e mel silvestre.
E pregava:
" Depois de mim, vai chegar Alguém mais forte do que eu.
E eu não sou digno nem sequer de me abaixar para desatar as suas sandálias. Eu batizei-vos com água, mas Ele batizar-vos-á com o Espírito Santo".
O Messias é Jesus de Nazaré, o Filho de Deus
"Por aqueles dias,Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi batizado por João no rio Jordão. Logo que Jesus saiu da água, viu os céus abertos, e o Espírito, como pomba, descer sobre Ele. E do céu veio uma voz: «Tu és o meu Filho amado; em Ti encontro o meu agrado».
Jesus vai enfrentar o mal
Em seguida o Espírito impeliu Jesus para o deserto. E Jesus ficou no deserto durante quarenta dias e ali foi tentado por Satanás. Jesus vivia entre os animais selvagens e os anjos serviam-n'O.
A CEGUEIRA DAS AUTORIDADES
A pregação de Jesus
Depois de João Batista ter sido preso, Jesus voltou para a Galileia, a pregar a Boa Notícia de Deus: «O tempo já se cumpriu e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e acreditai na Boa Notícia».
Seguir a Jesus é comprometer-se
Passando ao longo do mar da Galileia, Jesus viu Simão e seu irmão André; lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. Jesus disse-lhes: «Segui-Me e farei que vos torneis pescadores de homens.»